Mais lidas 🔥

Chuva e calor
El Niño não afeta todo o Brasil da mesma forma; entenda o que muda em cada região

Previsão do tempo
Fim de semana traz alerta de ventos fortes em 11 cidades do Espírito Santo

Previsão do tempo
Vendaval coloca quase todo o Espírito Santo em alerta; veja as cidades que podem ser afetadas

Café capixaba
O movimento que está transformando a cafeicultura de Santa Leopoldina

Turismo e inovação
Novos destinos turísticos unem arquitetura, natureza e experiências únicas no Espírito Santo

Durante uma entrevista à emissora CNBC, nesta terça-feira (29), o secretário do Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou que o presidente norte-americano leva em conta os recursos naturais ao firmar acordos comerciais.
“Se um país cultiva determinado produto que nós não produzimos, como manga ou abacaxi, esse item pode ser incluído com tarifa zero. O mesmo raciocínio se aplicaria a produtos como café e cacau, que também são considerados recursos naturais”, declarou.
A fala sugere a possibilidade de isenção tarifária para determinados itens do agronegócio exportados por países que não concorrem diretamente com a produção agrícola norte-americana. Lutnick não mencionou quais nações poderiam ser beneficiadas com a eventual retirada da taxa. No entanto, um terço do café consumido nos Estados Unidos é brasileiro, o que pode ser um indicativo de que o grão brasileiro pode estar na discussão.
O secretário também destacou que, para haver concessões, é preciso haver reciprocidade. “Por que vocês esperam nos vender café e cacau e não nos deixam vender soja? Parece injusto. Vamos tornar isso justo”, afirmou, em referência à abertura de mercado para a soja dos EUA.
Lutnick reforçou ainda que a decisão final sobre a isenção de tarifas caberá exclusivamente ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.





