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Essa é uma pergunta que recebe várias respostas. Muito se diz e cada corrente puxa pra si sua razão, seja por experiência ou por pesquisa. De fato, uma coisa é certa: o mercado de Compost Barn (ou confinamento) vem atraindo a atenção de produtores rurais em todo o mundo.
Ditos como “menos estresse, mais leite ” ou “vacas em paz e tranquilinhas ”, em um ambiente onde desfrutem de conforto térmico, com alimentação de qualidade, balanceada, com orientação técnica podem ser argumentos que contem a favor do confinamento, já que, com menos locomoção e, consequentemente, menor gasto energético, os animais tendem a produzir mais e oferecer um alimento de qualidade superior.
Não há como fugir. É preciso levar em conta a realidade do produtor e da propriedade. Tudo, absolutamente tudo há de ser considerado, principalmente o investimento financeiro e o número de animais envolvidos na atividade.

Daí a importância de um projeto adequado, seja para implantação ou aumento de um projeto de Compost Barn. Todo o planejamento nesta etapa é fundamental para o sucesso do empreendimento.
O uso adequado de tecnologias disponíveis e testadas no mercado são amplas. Vale a pena recorrer a casos de sucesso, indicações, informações técnicas para decidir o mais indicado a fazer.
Uma etapa imprescindível para o sucesso de um projeto de Compost Barn na pecuária leiteira é a climatização adequada. De acordo com o diretor técnico da Agrobrisa, Dario Southier Nunes, “o bem-estar animal é o estado de harmonia entre o animal e seu ambiente, caraterizado por condições físicas e fisiológicas ótimas e alta qualidade de vida do animal e há que se considerar na implantação de um projeto que proporcione melhor desempenho dos animais, aspectos como temperatura, umidade relativa e velocidade do ar. ”
Localizada na Área Industrial do município paranaense de Renascença, a Agrobrisa fornece equipamentos para climatização de Compost Barn com que proporciona:
– Controle dos índices de temperatura e umidade de acordo com a necessidade do animal e época do ano.
– Permite que o potencial genético e a capacidade de conversão alimentar sejam evidenciados.
– Facilita dissipação de calor.
– Melhora a produção de leite, vaca dia.
– Melhora os índices de prenhez e reprodução.
– Melhora sistema imunológico, prevenindo doenças.
– Regularidade nos ciclos do parto.
– Diminui o estresse.
– Atende as normativas do bem estar animal.
– Maior uniformidade entre os animais.
– Diminuição de perdas de 10% a 20% da produtividade.
– Melhora significativa da qualidade do leite.
– Benefício de chegar no verão com números produtivos e reprodutivos próximo ao inverno.
– Menores problemas de cascos, em consequência da vaca ficar mais tempo deitada.
Conheça mais sobre climatização de pecuária leiteira com a Agrobrisa pelo site www.agrobrisa.com ou solicite orçamento pelo 46 3550 8209 / 3550 8200 ou pelo e-mail silviane@agrobrisa.com.

Saiba mais sobre o “Compost Barn ”
(*Fonte: Revista Safra ES)
O “Compost Barn ” (“Estábulo de Composto ”, em português), já é utilizado em países de clima temperado e no Brasil há cerca de uma década. Adotado em países como Estados Unidos, Canadá, Holanda e Israel, o Compost Barn tem como principal característica a utilização de uma “cama ” orgânica cobrindo todo o chão do estábulo e que depois vira adubo. Por conta disso, baias com superfície de areia, borracha e concreto foram abolidas. O piso é formado geralmente por serragem, casca de amendoim ou outro material de baixo custo e de fácil acesso para o produtor rural.
Segundo a Embrapa Gado de Leite, que coordena estudos sobre Compost Barn, para se transformar em fertilizante orgânico, a cama fica em contato com o solo com uma altura entre 20cm e 50cm. As vacas defecam e urinam na cama, dando início ao processo de compostagem. No caso específico a técnica, os resíduos depositados pelo animam passam por uma semi-compostagem aeróbica, pois entram em contato com o ar.
O sistema só funciona se a cama estiver sempre seca e passar por constante aeração, o que é realizado por meio de ventiladores e com a remoção constante do material. De acordo com o técnico da Associação dos Criadores e Produtores de Gado de Leite do Espírito Santo (ACPGLES), Joedson Scherrer, é recomendado virar a cama pelo menos duas vezes por dia. Se a umidade do ar estiver alta, o processo deve ser repetido pelo menos três vezes.
Dependendo do manejo, a cama pode ser utilizada até por um ano no estábulo. Na substituição por um novo composto, o material orgânico velho vai direto para as lavouras ou pode ser vendido para a vizinhança como adubo, a exemplo da palha de café ou de arroz. “O Compost Barn não agride o meio ambiente, pelo contrário, o renova ”, afirma Scherrer.
E se antes no confinamento convencional as vacas ficavam retidas em baias minúsculas, no ‘Compost’ os animais, embora confinados, ficam livres, circulam à vontade e apresentam cio com mais facilidade, o que melhora os índices reprodutivos. As vacas só saem do confinamento para ir à sala de ordenha. A ausência de ectoparasitas e moscas, além do mau cheiro, são outros pontos positivos da técnica.
Investimento
O investimento vai depender muito da infraestrutura e da topografia da propriedade. Em alguns casos, é preciso fazer terraplanagem. Segundo o técnico da associação, o custo fica, em média, de R$ 2.900 a R$ 3.200 por cabeça de animal alojado. “Isso inclui toda a estrutura, desde as camas, construção de cochos de suplementação até a instalação elétrica e de ventiladores ”, diz.
A técnica vem substituir o atual sistema de pastoreio, ainda muito refém das condições climáticas. Se nos períodos chuvosos dá muita lama, a vaca não tem conforto e aumentam os problemas de casco e matite, na seca não tem pasto, falta água e a pastagem não rebrota. “O sistema cada vez vai ocupar mais lugares na produção de leite. Somos favoráveis a toda experiência com resultados para a atividade crescer de forma econômica e sustentável ”, completa Scherrer.
Benefícios do Compost Barn
– Animais passam a caminhar menos
– Diminuição do estresse térmico
– Eliminação de parasitas
– Melhoria da nutrição
– Vacas não ficam expostas à lama nos períodos de chuva
– Diminuição dos riscos de contrair mastite
– Melhora do escore de higiene das vacas
– Melhora da condição de cascos e pernas
– Aumento da detecção de cio
– Melhoria na qualidade do leite





