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Os preços do café trabalhavam em queda de mais de 1% nas bolsas internacionais no início da manhã desta segunda-feira (12).
De acordo com relatório da Pine Agronegócios, o mercado futuro segue volátil, mostrando o sentimento dos participantes referentes a entrada da safra brasileira, dado os baixos níveis de estoque e, com isso, os preços trabalham dentro de uma faixa que mostra um cenário de indefinição no curto prazo.
Na semana passada, a Conab apresentou seu 2º levantamento para a safra brasileira, estimando uma produção de 55,68 milhões de sacas. Ainda segundo a Pine, dentro das estimativas de exportação e consumo interno, os números da Conab não seriam suficientes para gerar superávit para este ciclo.
Boletim do Escritório Carvalhaes aponta que o que mais se ouve no mercado brasileiro é o fato dos armazéns estarem com muito pouco café estocado, apontando para um estoque de passagem historicamente baixo em junho próximo, no final deste ano safra 2024/2025.
Perto das 9h (horário de Brasília), o arábica trabalhava com queda de 65 pontos no valor de 397,15 cents/lbp no vencimento de maio/25, um recuo de 575 pontos no valor de 382,00 cents/lbp no de julho/25, uma baixa de 565 pontos negociado por 376,80 cents/lbp no de setembro/25, e uma perda de 530 pontos no valor de 369,75 cents/lbp no de dezembro/25.
O robusta registrava recuo de US$ 34 no valor de US$ 5,201/tonelada no contrato de maio/25, uma desvalorização de US$ 79 cotado por US$ 5,147/tonelada no de julho/25, uma queda de US$ 75 negociado por US$ 5,106/tonelada no de setembro/25, e uma baixa de US$ 80 no valor de US$ 5,042/tonelada no de novembro/25.




