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A Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) oficializou o dia 1º de outubro como Dia Internacional do Café. A decisão foi tomada durante reunião em Nova York, a partir de proposta apresentada pelo Brasil.
A resolução reconhece a relevância global do setor cafeeiro e sua contribuição econômica, social e ambiental. O documento também relaciona a cadeia produtiva do café aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, destacando seu papel na geração de emprego e renda, no desenvolvimento rural e na promoção da igualdade de gênero.
Segundo o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Qu Dongyu, a formalização da data amplia a visibilidade internacional do setor.
“Reconhecer o valor do setor cafeeiro aumentará a conscientização sobre sua importância socioeconômica e fortalecerá sua contribuição para a erradicação da pobreza”, afirmou em comunicado oficial.
Embora o Dia Internacional do Café já seja celebrado desde 2015 por iniciativa da Organização Internacional do Café (OIC), a decisão da ONU legitima a data no calendário internacional e reforça a relevância estratégica da cultura para diversos países produtores.
De acordo com estimativas do setor, a cadeia global do café sustenta cerca de 25 milhões de famílias em todo o mundo. Aproximadamente 80% dos produtores são pequenos agricultores, que operam em propriedades geralmente inferiores a cinco hectares.
Para a Organização Internacional do Café, a resolução representa um reconhecimento do papel desempenhado por milhões de trabalhadores envolvidos na produção, beneficiamento, comércio e consumo da bebida.
“Este marco reflete os esforços coletivos dos membros da Organização Internacional do Café, que atuam em conjunto para elevar a visibilidade global do setor cafeeiro e celebrar os milhões de pessoas por trás de cada xícara”, destacou a entidade.





