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Aprofundar conhecimentos sobre os principais métodos e tecnologias de processamento pós-colheita, agregando boas práticas dentro da cadeia de ações que envolvem a busca da qualidade do café ao final dos processos. Esse é o objetivo da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e doCoffee Quality Institute(CQI) ao firmarem parceria para a realização, no País, dos cursos de Processamento de Café “Q-Processing” em 2018.
São três cursos confirmados para este ano, havendo a possibilidade da realização de outras turmas, conforme o interesse dos participantes. O treinamento tem duração de seis dias e será ministrado por Joel Shuler, da Casa Brasil, nas origens produtoras da Denominação de Origem do Cerrado Mineiro, na região Sul de Minas e na Indicação de Procedência da Alta Mogiana de São Paulo.
Os cursos serão realizados em propriedades cafeeiras e abrangem os benefícios da produção pelas vias úmida (cereja descascado, lavado e/ou despolpado) e seca (natural), com aulas teóricas e práticas em campo e posteriores degustações sensoriais em laboratórios de qualidade e aplicação de testes para a obtenção do certificado de Processamento de Café CQI, reconhecida internacionalmente.
Também serão debatidos tópicos considerados essenciais no processo de pós-colheita, como anatomia do fruto do café e suas formas de classificação, impacto da forma de processamento na xícara,cuppingcomparativo dos principais métodos e dos protocolos de fermentação, fermentação dos cafés lavados, desmucilados e naturais, processo de secagem, comparativo de secagem natural e secagem mecânica, questões de sustentabilidade, como aquecimento global e poluição da água, entre outros.
De acordo com a BSCA, o curso de “Q-Processing” integra um programa educacional mundial do CQI e os profissionais aprovados na avaliação final receberão o certificado que, brevemente, acredita-se que tenha a mesma visibilidade e a importância que atualmente caracteriza o Certificado Q e os própriosQ-Graders.
fonte: brazilcoffenation





