Mais lidas 🔥

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 29 de junho

Carcinicultura
Camarão-da-malásia em pequenas áreas é alternativa para aumentar renda no campo capixaba

Direitos territoriais
Comunidade quilombola do Espírito Santo tem território reconhecido

Mel Bel
Engenharia, tradição e mel se encontram em Domingos Martins

Após rompimento de barragem
Sem pesca, mel de restinga pode garantir e ampliar renda no Quilombo do Degredo
Considerando os questionamentos sobre possíveis casos de Encefalomielite Equina no Espírito Santo, o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf) informa que não há registro oficial de ocorrência da doença no Estado.
Em 2018, até o momento, o Idaf recebeu cinco notificações de mortalidade de equídeos por síndromes neurológicas e nenhuma coleta indicou caso positivo para encefalomielite. Em 2017, foram 25 notificações, também sem diagnóstico dessa doença.
Embora a vacinação não seja obrigatória, esta é a melhor forma de prevenção.
Vale destacar que a comunicação é essencial para que o Idaf possa avaliar a ocorrência e adotar as medidas necessárias. Quanto antes notificar, melhor. A notificação pode ser feita diretamente nos escritórios, por telefone ou mesmo por e-mail. Os contatos dos municípios estão disponíveis no site do Idaf (www.idaf.es.gov.br).
A doença
A Encefalomielite Equina é uma doença viral que acomete vários animais e também humanos. A transmissão ocorre pela picada de mosquito. Humanos e equídeos não transmitem a doença entre si, nem passam de um para o outro.
Em geral, os sintomas são falta de coordenação motora, andar cambaleante, cegueira, cabeça baixa, orelhas caídas, apatia, podendo ser fatal. A encefalomielite também acomete aves e, nesses animais, observa-se mortalidade elevada. Não há tratamento específico para encefalomielite.
A legislação federal não prevê interdição das propriedades onde há ocorrência dessa doença.
fonte: IDAF





