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Apesar do retorno das chuvas em janeiro, as condições climáticas seguem preocupando o setor citrícola brasileiro em relação ao desenvolvimento da safra 2026/27. A avaliação é do Cepea, que destaca o clima como o principal fator de incerteza para o ciclo produtivo.
Em algumas regiões produtoras, as altas temperaturas registradas nas últimas semanas provocaram queda de frutos em diferentes estágios de desenvolvimento, o que pode comprometer o potencial produtivo dos pomares. Além disso, a entrada de uma frente fria nos últimos dias trouxe rajadas de vento e ampliou a amplitude térmica, combinação que também tende a prejudicar o desenvolvimento da safra.
Segundo agentes consultados pelo Centro de Pesquisas, ainda é cedo para projeções mais precisas sobre o volume a ser colhido na temporada 2026/27. No entanto, o cenário climático segue sendo acompanhado com atenção pelo setor, diante dos riscos associados tanto ao calor excessivo quanto às variações bruscas de temperatura.
No mercado, o calor intenso elevou a demanda por laranja de mesa, gerando, em alguns momentos, dificuldade para atender aos pedidos. Frutas com boa qualidade, bom calibre e ratio adequado foram negociadas a preços mais elevados, refletindo a combinação entre maior consumo e oferta mais restrita desses padrões.





