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O grupo técnico que trata da mortalidade das abelhas definiu na segunda reunião de trabalho na sexta (31), as ações que serão desenvolvidas a curto, médio e longo prazo para evitar a morte de abelhas no campo. O GT é coordenado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
A primeira ação será promover uma campanha para reforçar a necessidade, entre os apicultores, de fazer o cadastro no órgão estadual de defesa sanitária animal. O objetivo é ter o apoio do serviço público quando ocorrer casos de mortes de abelhas na atividade.
No segundo momento, o grupo sugere que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) faça uma avaliação da capacidade de análise dos Laboratórios Agropecuários da rede oficial.
“Queremos que os apicultores se cadastrem para que os serviços de defesa sanitária animal saibam que eles existem porque se surgirem casos de mortalidade aguda, o serviço veterinário oficial realizará o atendimento da notificação e remeterá o material para a análise laboratorial e receberá o diagnóstico ”, afirmou a assessora técnica da Comissão de Empreendedores Familiares Rurais da CNA, Marina Zimmermann. “É importante para nós sabermos o que causou essas mortes. ”

O próximo passo do GT é trabalhar para minimizar os casos de mortalidade e apresentar essas sugestões para a Câmara Setorial do Mel do Ministério da Agricultura.
“Queremos que cada ator saiba da sua responsabilidade e que tenha informações necessárias para que a apicultura consiga coexistir com as outras atividades agropecuárias ”, reforçou Marina.
Também participaram da reunião do grupo representantes da Embrapa Sede, da Embrapa Meio Norte e da Embrapa Amazônia Oriental, Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (Abemel), Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) e as federações de agricultura e pecuária do Rio Grande do Sul (Farsul) e do Pará (Faepa).




