Mais lidas 🔥

Previsão do tempo
Primeiras ondas de frio do outono devem chegar entre maio e junho

Alerta de chuva
Espírito Santo inteiro entra em alerta de perigo para chuvas intensas

Mercado do café
Conflito no Oriente Médio volta a elevar preço do café

Clima
Chance de El Niño em 2026 aumenta e já chega a 62%, dizem modelos

Pesquisa e tecnologia
Tecnologia com ozônio chega ao mercado para reduzir micotoxinas em grãos

Cavalos, éguas, jumentos, burros, mulas, pôneis estão entre os animais que têm sua saúde fiscalizada pelos órgãos governamentais, papel esse que, no Espírito Santo, cabe ao Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf). Para o transporte dos equídeos é preciso apresentar teste negativo para mormo e anemia infecciosa equina (AIE), duas das principais doenças que acometem esses animais.
Esses exames têm validade de 60 dias em nível nacional, segundo norma do Ministério da Agricultura. Entretanto, para efeito de circulação dentro de cada estado, o prazo pode ser estendido. Esse é o objetivo do deputado Zé Preto (PL), que apresentou o Projeto de Lei (PL) 32/2023, estabelecendo a validade de 180 dias.
A coleta de sangue para os exames laboratoriais deve ser feita por profissionais credenciados. O mormo é contagioso, pode ser transmitido para humanos e outros animais e é causado pela bactéria Burkholderia mallei. Já a anemia infecciosa equina (AIE) é causada por vírus e não tem cura. O animal deve ser sacrificado se contrair a doença.
Zé Preto afirma que a proposta visa facilitar o transporte dos animais para eventos dos mais diversos tipos dentro do estado. “O alto custo das despesas para os exames laboratoriais tem dificultado o transporte e o dia a dia dos criadores e/ou produtores”, informa o deputado.
A proposição foi lida em plenário no dia 7 de fevereiro, sendo encaminhada para análise nas comissões de Constituição e Justiça; Proteção do Meio Ambiente e aos Animais; e de Finanças.




