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Em busca de alternativas para baratear o custo de produção de morangos no sistema semi-hidropônico- feito com sacos plásticos preenchidos com substrato suspensos do chão- pesquisadores do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), desenvolveram um substrato usando materiais capixabas. O projeto já teve o depósito de patente feito junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e aguarda aprovação.
O coordenador da pesquisa, professor Sávio Berilli, conta que o sistema semi-hidropônico apresenta vários benefícios em relação ao tradicional, e vem ganhando uma relevância cada dia maior, porém, cerca de 50% do custo de instalação das áreas é empregado na aquisição do substrato que vem do Rio Grande do Sul.
“Conseguimos uma fórmula, através de um processo, e criamos um produto semelhante ou até melhor do que o substrato comercial que vem lá do do Rio Grande do Sul. E o melhor, um produto feito com itens que nós temos em abundância no Espírito Santo. Munha de carvão de carvoaria, cama de frango e palha de café”, explica Sávio.
O objetivo, segundo o professor, é produzir o substrato usando essa tecnologia e fornecer para os produtores de morango da região por um custo mais baixo.
A inovação é fruto do trabalho do programa de Fortalecimento da Agricultura Capixaba, (FortAC), desenvolvido Pelo Instituto Federal do Espírito Santo, e conta com o apoio da Cooperativa Agroindustrial de Garrafão (Cooperfruit), prefeitura de Santa Maria de Jetibá, Universidade Estadual Norte Fluminense (Uenf), Incaper e produtores locais.





