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O Espírito Santo deve colher cerca de 12,8 milhões de sacas de café beneficiado em 2019, somando-se as espécies arábica e conilon. O resultado representa uma redução de 6,95% em relação a safra de 2018. É o que mostra o 2º levantamento para o produto, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgado nesta quinta-feira (16), em Brasília.
De acordo com o estudo, o recuo é devido à bienalidade negativa nos cafezais e a falta de chuva nos meses de janeiro e fevereiro, além das altas temperaturas no período. Apesar disso, o estado continua sendo o principal produtor de conilon no Brasil e o segundo mundial.
De acordo com o levantamento, a colheita já foi iniciada e esta produção mantém-se como a maior dentro do período de bienalidade negativa. O café arábica, que representa uma produção de 25,76% do total é o mais influenciado pela bienalidade. Deve alcançar 3,3 milhões de sacas, uma redução de 30,69% em comparação à temporada anterior. Já para o café conilon a previsão é de 9,5 milhões de sacas, um aumento de 5,60% em relação a 2018.
A área total cultivada no estado com as duas espécies é de 425,203 hectares. Deste total, 7,36% estão em formação e 92,64% em produção. Na safra atual, a área em produção aumentou 1,5%, enquanto a área em formação diminuiu 21,2%. A produtividade do café arábica é de 21,65 sacas/ha, e a do conilon é de 39,25 sacas/ha.
Outros dados regionais e os números da safra de café em todo país podem ser acessados no Boletim completo.




