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Julho, que seria o auge do inverno, chegou com bloqueio de frentes frias e jeitinho de primavera: tardes bem quentes e madrugadas amenas. Em Cachoeiro de Itapemirim, por exemplo, a temperatura está acima da média. A mínima, na região, é de, em média, 14,3 graus em julho. Neste inverno, no entanto, ficou em 15,9 graus. Já a máxima, que na média é de 26 graus, está em 28,8 graus. Uma alta pressão atmosférica é a responsável pela ausência de ar polar no Estado. E ela cobre não apenas o território capixaba, mas boa parte do Brasil.
“São ventos que impedem a passagem das frentes frias, que não conseguem chegar ao Sudeste, Centro Oeste e interior da Bahia e Tocantins. Esse sistema deixa o céu claro, com pouca nebulosidade. Como estamos em uma zona tropical, o período da tarde recebe muita insolação e a atmosfera aquece. Quando o sol se põe, a temperatura diminui. Tanto que experimentamos uma grande amplitude térmica, que é a diferença entre a temperatura máxima e a mínima, com friozinho na madrugada e calor no nascer do sol”, explica a meteorologista do Instituto Climatempo, Carine Gama.
Tem inverno pela frente
A boa notícia para os amantes do frio é que o bloqueio vai embora na virada do mês e duas frentes frias chegam já em agosto e outra, em setembro. O avanço da primeira frente fria trará um pouco de chuva para a região e, depois, chegará um pouco mais de frio, com mínima que pode chegar aos 14 graus.
“Agosto vai ser um mês mais frio do que julho. Depois dessa primeira frente fria, uma outra chegará por volta do dia 16. Ela trará ar polar, que vai gerar nova queda de temperatura em várias regiões do país. Depois disso, mais uma queda acentuada é esperada para o começo de setembro”, finaliza a meteorologista.





