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Os dados, mesmo preliminares, adiantam que, na produção animal, o frango vivo é o único a encerrar janeiro de 2017 enfrentando retração de preço (-4,30%), já que o boi em pé mantém-se em relativa estabilidade (nominalmente, +0,62% em relação a janeiro/16) e o suíno registra incremento de 9,54% – efeito da melhor adequação da oferta à demanda atual, particularmente a externa.
É verdade que a queda de preço das duas principais matérias-primas do frango minimizam as perdas por este enfrentadas: o preço do milho recuou quase 15%, o do farelo de soja, mais de 22%. Mas o aparente ganho é falacioso.
Pelo menos em relação ao milho. Pois, em dois anos, para um incremento de preço de 14,38% no frango vivo, o milho acumula variação da ordem de 32%. Pior ainda em relação a janeiro de 2014. Porque, neste caso, o frango vivo valorizou-se &ndash, nominalmente, ressalte-se &ndash, não mais que 8%, enquanto a valorização do milho ficou próxima de 35%.
Destaque, neste caso, ao comportamento do farelo de soja, cujos preços, neste ano, vêm sendo inferiores aos alcançados em janeiro dos últimos três anos.
Por fim, comparativamente à inflação (IPCA do IBGE), observa-se que, no momento, só o suíno supera o índice acumulado nos últimos 12 meses. Mas isso é absolutamente relativo, porque em relação ao registrado dois anos atrás os três perdem, o suíno com maior intensidade.
Já em relação à inflação acumulada em três anos &ndash, por ora estimada em 25% – frango e suíno registram desvalorização bastante significativa. Pois o incremento de preço do frango vivo não vai muito além de 8%. E o do suíno não passa de 2%. Ou seja: somente o boi em pé, com ganho de 31,57% tem valorização que supera a inflação acumulada nos últimos 36 meses.





