Mais lidas 🔥

Produção de peixes
Gigante da tilápia: cooperativa finaliza unidade com capacidade para 20 toneladas diárias

Chance de El Niño forte ou muito forte cresce e acende alerta para 2026

Agricultura familiar
Projeto Mulheres do Cacau implanta sistemas agroflorestais e unidades de beneficiamento de amêndoas

Chuva atípica pode superar média de junho no Sudeste e Centro-Oeste antes do inverno

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 08 de junho

As Indicações Geográficas têm se mostrado uma importante estratégia para impulsionar o desenvolvimento econômico e social do agronegócio do Espírito Santo. E não são poucos os produtos com nome e sobrenome que saem das terras capixabas: cafés, cacau, socol, inhame, pimenta-do-reino, panelas de barro e mármore.
O processo até o reconhecimento de que um produto é só nosso é árduo. Anos de pesquisa, trabalho e burocracia. Mas o resultado vale a pena. Afinal, o que seria de Champagne, na França, se não tivesse cedido o seu nome para uma das bebidas mais amadas do mundo? Talvez não tivesse o reconhecimento que tem hoje.
E os produtos do Espírito Santo seguem a mesma lógica e, com as Indicações Geográficas, certamente seguirão o caminho de Champagne: tornarem-se produtos únicos, requisitados e que geram emprego e renda para os capixabas.
E é sobre isso que a Revista Conexão Safra deste mês vai falar. Sobre essas preciosidades que nasceram no Espírito Santo e são porta-vozes do nosso Estado mundo afora.
Além das IGs, os eventos brilharam nesta edição e também as reportagens sobre pecuária, arroz capixaba, o Plano de Cafeicultura Sustentável, gripe aviária, vacinação, lúpulo, silvicultura.
Para baixar a versão digital completa da edição 55 da Conexão Safra clique aqui.
Enfim, aproveite a leitura!






