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A oferta nacional de tomate deve se intensificar, tendo em vista o início da colheita nas áreas de verão de Venda Nova do Imigrante (ES) e aumento gradativo em Itapeva (SP). No entanto, neste mês de novembroa preocupação se volta aos volumes de chuva esperados para o período, que podem elevar a incidência de doenças nas lavouras.
E outubro foi um mês com bons resultados para a tomaticultura. Se em setembro as roças de tomate foram afetadas pelo clima quente e seco, o mês passado registrou temperaturas mais amenas e precipitações &ndash, as quais abasteceram os mananciais de diversas regiões e ajudaram a reduzir problemas com pragas nas lavouras &ndash,, colaborando para o controle da maturação dos frutos. Isto, associado à diminuição do ritmo de colheita da primeira parte da safra de inverno, fez com que a oferta de tomate estivesse mais restrita no mês passado, possibilitando bons preços ao produtor: média de R$ 61,78/cx, ponderada por classificação, 41% superior à de setembro.
Neste cenário, a rentabilidade também esteve positiva, com as caixas a patamares 98% acima dos custos de produção &ndash, os quais, por sua vez, ficaram na média de R$ 31,11/cx. Ainda, outubro apresentou boas produtividades em diversas regiões acompanhadas pelo Hortifruti/Cepea. Com o problema de pragas mais controlado, dado o bom volume de chuvas, praças como Araguari (MG) e Sumaré (SP) obtiveram produtividades de 416 cxs/mil pés, para um adensamento médio de 11 mil plantas/ha, e de 333 cxs/mil pés, para um adensamento de 11,3 mil plantas/ha, respectivamente.





