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Por Larissa Albuquerque
Após iniciar o ano com forte pressão baixista, as cotações do suíno vivo no mercado independente começaram a esboçar reação na segunda quinzena do mês.
Refletindo uma melhora na procura por animais, os preços foram elevados em quase todas as praças de comercialização. E nesta semana o cenário continua.
No Rio Grande do Sul, a pesquisa semana indicou valorização de R$ 0,11 no quilo do animal vivo, terminando cotado a R$ 4,08/kg, segundo dados da ACSURS (Associação dos Criadores de Suínos do Estado).
Também no Paraná, o valor de referência saiu de R$ 4/kg para R$ 4,20/kg nesta semana. E o mesmo ocorreu em Santa Catarina onde a alta foi de R$ 0,15 deixando a cotação em R$ 4,05/kg.
“”Em contato com os produtores notamos que mesmo no domingo houve muita procura por parte dos frigoríficos, evidenciando a menor disponibilidade de animais””, diz o presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi.
Do lado da oferta houve um aumento no peso dos animais, justificando o melhor volumede suínos terminados. “”O produtor deixa de entregar aquele volume todo de animal para colocar mais peso, reduzindo a disponibilidade de animais no mercado””, explica Lorenzi.
Mas, o presidente alerta ser preciso ter cautela, pois o mercado ainda é instável apesar da melhora na comercialização e nos custos de produção.
Para o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, o movimento de alta surpreendeu considerando o fraco potencial de consumo em diversos estados brasileiros.
O analista ressalta que a tendência para a virada de mês e também para a primeira quinzena de fevereiro é de reajustes nos preços dos cortes da carne suína no atacado, por conta da demanda mais firme prevista para o período, o que é importante também para equilibrar as receitas da atividade.





