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Os colaboradores da sede do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae/ES), agora contam com um novo espaço de bem-estar e conexão com a natureza: uma horta colaborativa, inaugurada na manhã desta sexta-feira (30). O projeto, que está em sua fase inicial, já reúne 26 espécies de hortaliças, tubérculos e ervas medicinais, cultivadas em 101 vasos reaproveitados.
A horta colaborativa é uma iniciativa do Comitê de ESG da instituição, e conta com o apoio dos próprios colaboradores no plantio de espécies como couve, alface, manjericão, tomate-cereja, salsa, camomila, erva-cidreira, capim-limão, cenoura e rabanete, entre outros tipos de hortaliça, ervas medicinais e tubérculos.
Segundo Alline Zanoni, gerente da Unidade de Relacionamento Institucional (URI) e coordenadora do Comitê de ESG, a horta tem como objetivo promover a consciência ambiental e oferecer um espaço de descompressão no ambiente de trabalho. “Essa é uma ação ligada ao programa Ecos, que busca inserir a sustentabilidade no nosso dia a dia. Reaproveitamos coletores antigos como vasos, evitando o descarte de plástico e incentivando o cultivo de alimentos e ervas medicinais”, explicou.

O superintendente do Sebrae/ES, Pedro Rigo, destacou que a horta é mais uma das ações sustentáveis da instituição, que já conta com veículos elétricos e energia 100% renovável em sua sede. “Vamos ampliar o projeto com uma horta suspensa feita com garrafas PET e uma horta de bandejas, que eu mesmo vou liderar. Queremos proporcionar aos colaboradores a experiência de cultivar, algo que muitos não têm por viverem em apartamentos. É um projeto de integração e sustentabilidade”, afirmou.
A gestora do Comitê de ESG, Célia Perim, reforçou o convite para que mais colaboradores participem da iniciativa. “É um espaço para se reconectar com a natureza, cuidar das plantas e colher o que foi cultivado com as próprias mãos.”
Já a trainee Lisandra Ângelo, que é engenheira agrônoma e voluntária do projeto, explicou que a horta é funcional. “Tudo o que for plantado poderá ser consumido. Os voluntários receberam um manual com informações sobre as 26 espécies, como plantar, regar, adubar e o tempo estimado para a colheita. A primeira colheita está prevista para o final de agosto.”





