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“Vacina para doença infectocontagiosa é estratégia de saúde coletiva, não é atividade de prescrição ambulatorial”. A afirmação é do secretário de Saúde do Espírito Santo, Nésio Fernandes, em relação à vacinação de crianças entre 5 e 11 anos contra a Covid-19. A declaração, feita nas redes sociais, vai de encontro às afirmações do Ministério da Saúde de que os pais terão de apresentar prescrição médica para que os pequenos sejam imunizados.
Secretários de Saúde e dirigentes de outros Estados, como Rio de Janeiro e Ceará, também se colocaram contra a necessidade de prescrição médica para a vacinação das crianças. Em carta divulgada na última sexta-feira (24), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) se manifestou contrário à exigência de prescrição, sustentando que cientistas do mundo inteiro apontam a segurança da vacina.
A imunização do público infantil foi aprovada pela Anvisa em 16 de dezembro, com o uso do fármaco da Pfizer. Já o Ministério da Saúde, após decisão do Supremo Tribunal Federal, informou que só irá se manifestar sobre a inclusão das vacinas para as crianças no dia 5 de janeiro.
Nossa posição é clara. Vacina para doença infectocontagiosa é estratégia de saúde coletiva, não é atividade de prescrição ambulatorial.#VivaOSuS https://t.co/SgvnCzzTHS
— Nésio Fernandes (@dr_nesio) December 24, 2021





