Mais lidas 🔥

Estudo da Nature
Floresta ao redor de “cidade perdida” da Amazônia guarda marcas de agricultura

Investigação
Operação prende suspeitos de fraude na comercialização de café no sul do ES

Mudança de vida
Do concreto ao cafezal: uma história de transformação no interior capixaba

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 20 de julho

Atenção no campo
Cooabriel alerta produtores para gestão da água diante do El Niño

A combinação entre a demanda enfraquecida e a dificuldade para escoar a produção intensificou a queda no preço dos ovos em julho. Até o dia 22, as cotações recuaram em todas as regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Com o movimento de baixa, os valores médios atingiram os menores patamares desde janeiro deste ano. A comparação considera preços reais, corrigidos pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de junho de 2026.
Segundo pesquisadores do Cepea, a redução das vendas durante o mês já era esperada pelo setor. As férias escolares costumam diminuir a procura por ovos destinados à merenda, o que enfraquece o consumo neste período.
A oferta, porém, permaneceu elevada. O volume disponível manteve os estoques das granjas em níveis altos ao longo do mês, ampliando a necessidade de comercialização da produção.
Diante da maior disponibilidade do produto, os compradores aumentaram a pressão por descontos nas negociações. Como resultado, as cotações registraram quedas de até 15% em relação a junho nas praças analisadas.
Na comparação com julho do ano passado, a desvalorização chegou a 16%, também em termos reais. O cenário indica que o desequilíbrio entre oferta e demanda continua limitando uma recuperação dos preços no mercado de ovos.





Comentários 0