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Nos últimos dias, o Brasil tem registrado alguns casos de febre amarela. A doença necessita de cuidados e o melhor remédio é a prevenção. Os produtores rurais também devem estar atentos. Segundo o Ministério da Saúde, até quinta-feira (26), foram registrados 550 casos suspeitos, dentre eles, 72 foram confirmados e 23 descartados. O estado de Minas Gerais ainda concentra o maior número de registros, com 502 casos, em 51 municípios.
A melhor forma de prevenir a doença é a vacina. A população, principalmente da zona rural, deve ficar atenta para manter o calendário de vacinação em dia. O esquema de vacinação adotado pelo Ministério da Saúde contra a febre amarela é de duas doses da vacina, sendo uma dose aos noves meses de idade e um reforço aos quatro anos. Em entrevista ao portal do Ministério da Saúde, a coordenadora do Programa Nacional de Imunização afirma que a partir dos 5 anos de idade, quem nunca tomou a vacina ou não tem conhecimento de ter tomado deve receber a primeira dose e um reforço, após 10 anos.
A imunização é recomendada para toda a população das áreas com recomendação da vacina e pessoas que vão viajar para regiões silvestre, rurais, ou de mata dentro dessas áreas. Com o aumento dos casos, alguns municípios do Espirito Santo, do Rio de Janeiro e da Bahia foram incluídos nas áreas de recomendação. As ações de vacinação também foram intensificadas, com buscas ativas na zona rural e o envio de doses extras para algumas regiões.
Sobre a doença
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por vetores artrópodes, que possui dois ciclos epidemiológicos distintos de transmissão: silvestre e urbano. O principal hospedeiro do vírus da doença é o macaco. Na mata, a febre amarela silvestre é transmitida por picada de mosquitos Haemagogus e Sabethes, que vivem em matas e vegetações à beira dos rios.
Já na cidade, a doença é transmitida pelo Aedes Aegypti, o mesmo mosquito transmissor da dengue. Saiba maisaqui.
Veja neste nestelinkdo Ministério da Saúde quem deve tomar a vacina.
Fonte: Agrolink





