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A Secretaria da Saúde do Paraná proibiu a aplicação aérea em áreas urbanas de inseticidas para o controle do mosquito Aedes aegypti, que é vetor de doenças como dengue, zika e chikungunya. A decisão foi formalizada através da Resolução nº 446/2016, publicada em Diário Oficial da última quarta-feira (09.11).
A chefe do Centro Estadual de Vigilância Ambiental, Ivana Belmonte, justifica que a pulverização é mais eficaz com o uso do equipamento costal, que trabalha com jato dirigido aos locais de preferência do Aedes. “Para ter o efeito esperado, a nuvem de inseticida deve ficar próxima ao solo, com no máximo seis metros de elevação, pois o mosquito voa em baixas alturas. O jato disparado por aeronaves não atende a essas recomendações ”, sustenta Ivana.
De acordo com o governo do Paraná, a proibição leva em conta ainda estudos da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias) segundo os quais apenas 19% do produto aplicado por meios aéreos atinge o espaço determinado. Os mesmos estudos teriam constatado a presença de contaminação decorrente da pulverização a 32 km da área-alvo.
“O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo desde 2008 e o Paraná é o terceiro maior consumidor nacional. Nosso esforço é para reduzir seu uso cada vez mais ”, explica o diretor-geral da Secretaria da Saúde, Sezifredo Paz. O diretor diz que países da União Europeia proibiram a aplicação aérea em 2009.
“A pulverização aérea pode causar danos à saúde da população, principalmente àquelas com maior vulnerabilidade, como idosos, crianças e gestantes. A prática também pode contaminar centrais de fornecimento de água, produções agrícolas e prejudicar o meio ambiente ”, finaliza Sezifredo.
Fonte: Agrolink





