Mais lidas 🔥

Frio intenso no Hemisfério Norte pode indicar um inverno mais rigoroso no Brasil em 2026?

Demanda pelo "ejiao"
Cientistas contestam decisão judicial que libera abate de jumentos; peles vão para a China

Previsão do tempo
Molion prevê década de frio até 2035; primeira onda polar deve chegar ao Brasil em maio

Previsão do tempo
Quinta ZCAS de 2026 provoca chuva intensa em oito estados até março

Anuário do Agronegócio Capixaba 2025
Turismo rural no Espírito Santo: as histórias de quem está construindo a história

Foi publicada nesta terça-feira (6), no Diário Oficial da União, uma nova legislação sobre o controle do cancro cítrico no País, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). A instrução normativa nº 37 estabelece quatro cenários: Área com Praga Ausente, Área Livre da Praga (ALP), Área sob Erradicação ou Supressão, e Área sob Sistema de Mitigação de Risco (SMR) e entrará em vigor em 6 de março de 2017 (clique aqui para acessar a IN 37).
A alteração na legislação abre a possibilidade de estados com a incidência de cancro cítrico, como São Paulo e Paraná fazerem a mitigação, permitindo novas estratégias de controle que não seja exclusivamente a erradicação da planta doente.
Cabe agora a cada Estado determinar em qual cenário se encaixa e elaborar as normas fitossanitárias de acordo.
Reivindicação antiga
Estimulados pela pressão do setor citrícola que está sofrendo as consequências do alastramento e crescimento da incidência de cancro cítrico, sobretudo no estado de São Paulo, o Ministério de Agricultura, Pesca e Abastecimento (MAPA) e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA) abriram discussão para rever a legislação sobre a doença.
Atualmente a lei estadual determina que o citricultor faça quatro inspeções por ano e que arranque as plantas doentes. As árvores que estiverem ao entorno devem receber aplicações periódicas de cobre. Estima-se que o cancro cítrico esteja presente em 9% dos talhões do parque citrícola paulista.
Preparados
Há mais de dez anos o Fundecitrus pesquisa medidas contra o cancro cítrico e o comportamento da doença. Para isso mantém três campos experimentais no Paraná.
As informações contribuirão com um novo enfoque no controle da doença, baseado na mitigação e para a capacitação dos citricultores por meio de materiais técnicos e cursos sobre a doença.
“Estamos satisfeitos com o posicionamento do MAPA em atender à reivindicação dos citricultores que estão apreensivos com o crescimento do cancro cítrico e buscam maneiras de conter esta doença com uma legislação mais compatível com a situação atual ”, afirma o gerente geral do Fundecitrus, Juliano Ayres.
Fonte: Agrolink





