Mais lidas 🔥

Chuva e calor
El Niño não afeta todo o Brasil da mesma forma; entenda o que muda em cada região

Previsão do tempo
Vendaval coloca quase todo o Espírito Santo em alerta; veja as cidades que podem ser afetadas

Previsão do tempo
Fim de semana traz alerta de ventos fortes em 11 cidades do Espírito Santo

Inovação no campo
Do Espírito Santo para o mundo: cafeicultor está entre seis inventores convidados para festival no Vale do Silício

Turismo e inovação
Novos destinos turísticos unem arquitetura, natureza e experiências únicas no Espírito Santo

O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), por meio da Coordenação de Gestão de Unidades de Conservação (CGEUC), realizou uma ação de fiscalização na Área de Proteção Ambiental de Guanandy, com foco no combate a ocupações irregulares no entorno da Lagoa de Guanandy, especialmente em Áreas de Preservação Permanente (APP).
A operação contou com o apoio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), da Polícia Militar Ambiental e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Itapemirim. Durante a ação, o Iema lavrou cinco autos e aplicou medidas administrativas como embargo, intimação para demolição e recuperação das áreas degradadas.
Também foram identificadas diversas construções irregulares sem a presença dos responsáveis. Nesses casos, foi realizado o levantamento de informações com terceiros e, por meio da numeração de medidores de água e energia, foi possível a identificação dos proprietários e a posterior lavratura de novos autos e multas.
“A Lagoa de Guanandy é um importante patrimônio natural da região, com papel fundamental na conservação da biodiversidade, na proteção dos recursos hídricos e na manutenção do equilíbrio ambiental, além de ter relevância paisagística e social para as comunidades do entorno”, explicou o gestor da APA de Guanandy, Flávio Guerra.
O gestor ainda destaca que a atuação integrada entre os órgãos é essencial para fortalecer a proteção da unidade de conservação e informa que as ações de fiscalização na região serão intensificadas, com o objetivo de coibir novas ocupações irregulares e garantir o cumprimento da legislação ambiental.




