Mais lidas 🔥

Empreendedorismo rural
Enfermeira deixa a profissão para apostar nos cafés especiais e no turismo de experiência

Estudo da Nature
Floresta ao redor de “cidade perdida” da Amazônia guarda marcas de agricultura

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 20 de julho

Investigação
Operação prende suspeitos de fraude na comercialização de café no sul do ES

Piscicultura capixaba
Tilápia vira destaque na mesa dos capixabas e aquece o setor

O governo dos Estados Unidos anunciou, nesta quinta-feira (20), a retirada da tarifa adicional de 40% aplicada sobre parte das exportações agrícolas brasileiras, entre elas, café e carne. A decisão, assinada pelo presidente Donald J. Trump e publicada pela Casa Branca, altera o Decreto Executivo 14323, que desde julho estabelecia sobretaxações a diversos produtos brasileiros. As mudanças passam a valer para mercadorias importadas nos EUA a partir de 13 de novembro de 2025.
Segundo o texto publicado nesta quinta-feira, o governo dos EUA avalia que houve “progresso inicial” no diálogo bilateral e que funcionários envolvidos no processo recomendaram a flexibilização das tarifas sobre determinados produtos agrícolas. Esse conjunto de fatores levou o presidente americano a determinar ajustes imediatos na lista de bens submetidos à alíquota extra.
Atualização das tarifas
A nova ordem presidencial inclui um Anexo II que modifica a Nomenclatura Harmonizada de Tarifas dos EUA, definindo precisamente quais produtos deixam de pagar a sobretaxa. Caso haja necessidade de reembolsar tarifas cobradas entre julho e novembro, os procedimentos seguirão as regras usuais da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP), segundo o documento.
Apesar do recuo parcial, o documento estabelece que o Departamento de Estado dos Estados Unidos continuará monitorando a situação e que novas medidas poderão ser tomadas, dependendo da evolução das negociações.
A ordem também autoriza o uso dos poderes previstos na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), permitindo ao governo americano ampliar, reduzir ou ajustar sanções e tarifas conforme considerar necessário.





