Fiscalização ambiental

Espírito Santo recebe ação preventiva do Ibama em empresas portuárias

Operação preventiva do Ibama vistoriou 17 empresas portuárias no Espírito Santo com foco em segurança ambiental, cumprimento de normas e prevenção de impactos

Ibama
Vistorias ocorreram em 17 empresas portuárias no litoral do Espírito Santo - Foto: Nupaem/Ibama - RS

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizou, em abril, vistorias preventivas em 17 empresas instaladas no litoral do Espírito Santo que desenvolvem atividades com potencial risco de vazamento de óleo no ambiente marinho, além de duas empresas especializadas em atendimento a emergências ambientais.

O objetivo da ação, coordenada pela Equipe de Prevenção e Atendimento às Emergências Ambientais do Espírito Santo (Nupaem-ES), foi inspecionar, durante oito dias, equipamentos, materiais e estruturas de resposta em instalações portuárias do litoral capixaba, bem como verificar documentos e capacidade de atendimento das empresas em casos de incidentes com óleo no mar.

 Terminário portuário que mostra pilhas de contêineres; operários do local manejam barreiras de contenção de óleo no mar, enquanto a equipe de vistoria observa a ação.
Barreiras de contenção de óleo no mar de terminal – Foto: Gustavo Almada / Nupaem/Ibama-ES

Além da checagem se os recursos aplicáveis em acidentes com óleo estavam em plenas condições operacionais, a equipe priorizou a inspeção de equipamentos considerados estratégicos para a primeira resposta a emergências ambientais, permitindo maior eficiência nas vistorias, detalhamento técnico das estruturas avaliadas e contabilização do material. Entre os itens priorizados estiveram barreiras de contenção, barreiras absorventes, materiais absorventes, conjuntos recolhedores/skimmers completos — compostos por recolhedor, bomba e insufladores — e tanques flutuantes.

A operação preventiva também mobilizou servidores do Ibama que atuam com acidentes ambientais nos estados do Rio Grande do Sul, Maranhão e de Mato Grosso. Também houve participação da Marinha do Brasil, do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (Iema) e da Vports Autoridade Portuária do Espírito Santo.