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Representantes da Brazilian Spice Association (BSA) estiveram reunidos no último dia 4 de junho com o presidente do Crea-ES, engenheiro agrônomo Jorge Silva, para solicitar o apoio do Conselho na implementação do Programa de Qualidade da Pimenta-do Reino e Especiarias no Espírito Santo.
O presidente Rolando Martins, o vice-presidente Frank Moro e o secretário executivo da associação Aureliano Nogueira da Costa apresentaram o projeto cujo propósito é melhorar a qualidade da cadeia produtiva da pimenta-do-reino para atender às exigências do mercado de exportação, que hoje sofre restrições quanto aos problemas com pesticida, a Antraquinona, Salmonela e Micotoxinas.
Os principais desafios enfrentados pelo setor são atender às exigências do mercado internacional quanto à qualidade da pimenta. “O Espírito Santo é hoje o maior produtor de pimenta-do-reino do Brasil. A pimenta-do-reino é a terceira pauta de exportação agrícola do Espírito Santo. Nós vamos produzir no biênio 2024-2025 cerca de 100 mil toneladas dessa especiaria. Desse total, 95% vai para a exportação. Temos hoje cerca de 70 mil pessoas trabalhando no campo em torno desse produto agrícola”, disse o presidente da BSA, Rolando Martins.
De acordo com Frank Moro, vice-presidente da BSA, o Brasil é o segundo maior produtor de pimenta-do-reino do mundo, perdendo apenas para o Vietnã, que ocupa a primeira posição. Apesar da cultura ser bem aceita no mundo, ele ressalta que hoje a cultura da especiaria passa por grandes problemas relacionados aos contaminantes químicos. Aureliano Nogueira da Costa, secretário executivo da associação, destacou o importante papel que o Crea-ES e a Sociedade Espíritossantense de Engenheiros Agrônomos (SEEA) possuem no sentido de incentivar a capacitação profissional e contribuir com recomendações de tecnologias para melhoria da qualidade da pimenta, cuja produção está ativa em 60% dos municípios capixabas.
O presidente do Crea-ES engenheiro Jorge Silva manifestou apoio ao documento dizendo que o Conselho irá apoiar o programa em favor do fortalecimento da cadeia produtiva da pimenta-do-reino, de maneira especial na promoção de cursos de capacitação no sentido de estimular as boas práticas de produção. “Vamos trabalhar para aumentar a competitividade dos exportadores, para que tenham um ambiente de negócios rentáveis, garantindo sua permanência na atividade”, disse Jorge Silva.




