Mais lidas 🔥

Mudanças no clima
Fim da La Niña abre caminho para volta do El Niño em 2026

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 22 de abril

El Niño muito forte já entra no radar das agências meteorológicas para 2026 e 2027

Obituário
Morre Osman Francischetto de Magalhães, referência do agro capixaba, aos 95 anos

Ruraltur
Entenda a diferença entre Ruraltur e Ruraltures

O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia tende a favorecer a ampliação dos embarques brasileiros de carne de frango para o mercado europeu. A avaliação é do Cepea, que destaca a criação de uma cota de 180 mil toneladas com isenção tarifária como um dos principais avanços previstos no entendimento comercial.
De acordo com o Centro de Pesquisas, embora esse volume represente cerca de 3,4% do total exportado pelo Brasil em 2025, a nova cota é significativamente superior à atual, estimada em aproximadamente 15 mil toneladas por ano. Na prática, o limite projetado equivale a um aumento de cerca de 12 vezes em relação ao patamar vigente, o que amplia o espaço para a carne de frango brasileira no bloco europeu.
Mesmo antes das mudanças previstas no acordo, a União Europeia já se configurava como um mercado relevante para o setor. Em 2025, o bloco foi o oitavo maior destino das exportações brasileiras de frango, com embarques em torno de 230 mil toneladas, mesmo sob as regras aduaneiras atualmente em vigor. O novo cenário, segundo o Cepea, tende a reforçar essa participação e a diversificar os destinos da proteína nacional.
No mercado interno, o movimento é distinto. Levantamentos do Cepea indicam que os preços da maioria dos cortes avícolas apresentam queda neste início de ano. A retração acompanha o comportamento sazonal típico do mês de janeiro, período em que a demanda costuma ser mais fraca após as festas de fim de ano, pressionando as cotações no mercado doméstico.





