Mais lidas 🔥

Frio intenso no Hemisfério Norte pode indicar um inverno mais rigoroso no Brasil em 2026?

Demanda pelo "ejiao"
Cientistas contestam decisão judicial que libera abate de jumentos; peles vão para a China

Previsão do tempo
Molion prevê década de frio até 2035; primeira onda polar deve chegar ao Brasil em maio

Previsão do tempo
Quinta ZCAS de 2026 provoca chuva intensa em oito estados até março

Anuário do Agronegócio Capixaba 2025
Turismo rural no Espírito Santo: as histórias de quem está construindo a história
A Embrapa Solos (Rio de Janeiro-RJ) atualizou o mapa de solos do Brasil, escala 1:5.000.000, na Infraestrutura de Dados Espaciais da Embrapa (GeoInfo). “Foram realizadas correções na tabela de atributos pelo ArcGis”, conta o analista da Empresa, Ricardo Dart.
O mapa foi atualizado em formato vetorial, manipulável em Sistemas de Informação Geográficas. Esses ajustes e organização na tabela de atributos serão importantes para os usuários na Plataforma do Programa Nacional de Solos do Brasil (PronaSolos). “Esse ambiente, em desenvolvimento, possibilitará a realização de pesquisas, filtros ou reclassificar o mapa por determinado atributo. Por conta do PronaSolos estamos atualizando alguns mapas ” concluiDart.
O mapa atualizado está disponívelaqui.
O mapa e suas funções
O Mapa de Solos do Brasil identifica e cartografa os diferentes tipos de solos encontrados no Brasil. Reúne informações e conhecimentos produzidos ao longo de quase 60anos de ciência do solo no Brasil, reflexo do avançado estágio de conhecimento técnico-científico dos solos tropicais pela comunidade científica brasileira. Para sua elaboração, foram utilizados os levantamentos exploratórios de solos produzidos pelo Projeto RadamBrasil ao longo das décadas de 1970 e 1980, complementados por outros estudos mais detalhados de solos produzidos principalmente pela Embrapa e pelo IBGE.
Especificamente para o planejamento territorial, mesmo sem trazer informações para uso local, o mapa contém informação estratégica para compreensão e avaliação da dinâmica da paisagem nacional, zoneamentos e planejamentos regionais e estaduais, além de planos setoriais, como uso e conservação dos recursos hídricos, corredores de desenvolvimento, sistemas viários e outros.

