Mais lidas 🔥

Empreendedorismo no café
Empreendedor transforma Kombi em ponto de venda dos cafés de qualidade que ele mesmo produz

Dia do Agricultor
Do concreto ao cafezal: uma história de transformação no interior capixaba

Investigação
Operação prende suspeitos de fraude na comercialização de café no sul do ES

Política agrícola
Projeto cria preço mínimo para proteger produtores de cacau

28 de julho, Dia do Agricultor
O café que trouxe uma geração de volta ao sítio centenário

O mercado de flores está crescendo no Espírito Santo. E para auxiliar o agricultor que aposta nessa cultura nasceu a Associação de Produtores de Flores de Guaçuí, conhecida como Sulcaflor. A entidade, que atende a toda a região do Caparaó, surgiu em 2016, por meio de um grupo de agricultores que decidiu se unir e apostar no segmento.
“A ideia da associação surgiu para que tivéssemos acesso facilitado aos recursos, conhecimentos, assistência e viagens técnicas. Uma união que só ajuda os agricultores”, avalia o coordenador da associação, Clenilson Barbosa.
Em 2020, eles conseguiram um ponto físico para os associados venderem as flores e, em meados deste mês, começaram a trabalhar no local, que fica no bairro Palmeiras, em Guaçuí.
Na área há variados tipos de flores. Há folhagens, forrageiras, flores de vasos, plantas ornamentais e flores tropicais. De acordo com coordenador, são mais de 200 espécies.
Barbosa, que está na função há três anos, desde do começo em 2016 que faz parte dos associados e há 30 anos que trabalha no mercado das flores. “Antes da associação, eu já trabalhava com flores. Depois que entrei, fui adquirindo mais conhecimentos e mais técnicas. Hoje trabalhar com flores é a minha renda principal”, contou.
Além dele, são mais 17 agricultores que fazem parte do grupo e cada um trabalha com um tipo ou mais de flores. Elas são colhidas nas propriedades e levadas para serem comercializadas na associação.
Marcos Emílio é um dos que fazem parte da associação desde o início. O agricultor mora no interior de Guaçuí e, atualmente, trabalha com a planta sampati, conhecida como “beijinho de sol”. Ele é um dos únicos a plantar essa espécie em todo o Espírito Santo, e tem o orgulho de fazer parte da associação.
“A Sulcaflor transformou tudo para mim. Com ela, a gente teve um apoio maior e hoje vem mostrando uma diferença nas vidas dos agricultores”, afirmou Emílio.
A cada venda na Sulcaflor, 30% ficam na associação e os outros 70% ficam com o produtor. No local de venda das plantas, há uma pessoa que fica responsável por atender os clientes e visitantes, além de cuidar para que as flores permaneçam sempre lindas e irrigadas.




