Mais lidas 🔥

Inovação no campo
Nova variedade de banana chama atenção de produtores no ES

Rio Grande do Sul
Azeite brasileiro atinge nota máxima e é eleito o melhor do mundo em concurso na Suíça

Chuva de um lado, seca de outro
El Niño de 2026/2027 pode repetir a força e os impactos do fenômeno de 2015/2016?

Desenvolvimento rural
Mais de 161 mil mudas impulsionam produção no Norte do ES

Produção artesanal
Valença, no Rio de Janeiro, conquista 13 medalhas no Mundial do Queijo

O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) identificou, nessa terça-feira (07), o transporte irregular de uma carga de 250 quilos de queijo parmesão. Os produtos eram registrados no Serviço de Inspeção Municipal (SIM) em Minas Gerais, o que restringe o comércio apenas ao âmbito local, não podendo ser distribuído para outros Estados.
A ação aconteceu na barreira sanitária do Instituto, em Bom Jesus do Norte, na divisa do Estado com o Rio de Janeiro. Segundo a equipe de fiscalização, toda a carga foi enviada de volta para o local de origem, em Bom Jardim de Minas (MG).
Como funciona
Para comercializar os produtos interestadual ou internacionalmente, é obrigatório o registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF). Para o comércio dentro do Estado, é necessário o Serviço de Inspeção Estadual (SIE). Já para a comercialização dentro do município, os produtos devem ser registrados no Serviço de Inspeção Municipal (SIM).
Uma outra opção para ampliar a área de comercialização é a adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção (Sisbi), o que autoriza o comércio para todo o país.
Limão e mudas de laranja também são fiscalizados
No último domingo (05), a equipe também realizou o rechaço de 400 caixas de limão, que apresentavam a Permissão de Trânsito de Vegetais (PTV) vencida. Além disso, as informações de destino apresentadas no documento não coincidiam com o informado no sistema. O veículo seguia de Elisiário (SP) para Cariacica (ES).
Também foi identificado um veículo transportando irregularmente 50 mudas de laranja e tangerina sem PTV. A ausência desse controle pode colocar em risco a cultura do citros no Estado, propiciando a veiculação de pragas como Cancro Cítrico e Greening, por exemplo.
Fonte: Idaf





