Mais lidas 🔥

Inovação no campo
Nova variedade de banana chama atenção de produtores no ES

Conheça a banana Ambrosia, nova cultivar resistente a doenças, alagamentos e seca

Chuva de um lado, seca de outro
El Niño de 2026/2027 pode repetir a força e os impactos do fenômeno de 2015/2016?

Turismo capixaba
Rota dos Ipês vira destino oficial e movimenta turismo capixaba

Turismo e eventos
Confira a nova data da Festa do Morango de Pedra Azul, em Domingos Martins
A greve dos caminhoneiros, o processo eleitoral e fatores climáticos prejudicaram o desempenho do setor agropecuário em 2018, segundo análise da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) sobre o resultado do Produto Interno Bruto divulgado nesta quinta (28) pelo IBGE.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia do país cresceu 1,1% no ano passado na comparação com 2017. O setor agropecuário apresentou variação de 0,1% no mesmo período.
?O setor agropecuário sofreu alguns fatores climáticos ao longo da última safra em 2018 e isso comprometeu um crescimento mais robusto. Temos que lembrar também que no meio do ano houve greve dos caminhoneiros, uma eleição presidencial que trouxe volatilidade para o câmbio e isso fez com que o setor se retraísse. Essa conjuntura de fatores fez com que o PIB da agropecuária não crescesse mais?, afirmou o coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon.
Ele ressalta que a base de comparação do comportamento do setor agropecuário no ano passado é baixa em relação a 2017, quando o agro teve crescimento de 13% e foi o principal responsável pelo resultado do PIB geral do Brasil naquele período.
?Em 2017 os demais setores apresentaram queda e em 2018 todos os setores apresentaram crescimento, sobretudo o setor de serviços. Então é um sinal bastante importante de que a economia brasileira está saindo da recessão?, afirmou.
Para 2019, Conchon prevê uma expansão de 3,5% da agropecuária e uma melhora do cenário econômico para o país, com o avanço nos debates sobre as reformas da previdência e tributária. No cenário externo, a relação comercial entre Estados Unidos e China também pode influenciar a economia brasileira.




