Mais lidas 🔥

Inovação no campo
Nova variedade de banana chama atenção de produtores no ES

Rio Grande do Sul
Azeite brasileiro atinge nota máxima e é eleito o melhor do mundo em concurso na Suíça

Mudanças no clima
Fim da La Niña abre caminho para volta do El Niño em 2026

Desenvolvimento rural
Mais de 161 mil mudas impulsionam produção no Norte do ES

Chuva de um lado, seca de outro
El Niño de 2026/2027 pode repetir a força e os impactos do fenômeno de 2015/2016?

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (Faes) manifestou preocupação com a decisão do Tesouro Nacional de suspender novas contratações de financiamentos rurais subvencionados no Plano Safra 2024/2025.
A medida, que entrou em vigor nesta sexta-feira (21), foi comunicada às 25 instituições financeiras que operam os recursos por meio do Ofício Circular SEI nº 282/2025/MF.
O Ministério da Fazenda justificou a suspensão como uma consequência do aumento da taxa básica de juros, que elevou os custos da equalização de crédito no Plano Safra 2024/2025.
Veja a nota, na íntegra:
A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (Faes) manifesta preocupação com a decisão do Tesouro Nacional de suspender novas contratações de financiamentos rurais subvencionados no Plano Agrícola e Pecuário 2024/2025, a partir desta sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025.
A decisão anunciada ontem, por meio do Ofício Circular SEI nº 282/2025/MF, foi comunicada às 25 instituições financeiras que operam os recursos. No documento, o Ministério da Fazenda justificou a suspensão como uma consequência do aumento da taxa básica de juros, que elevou os custos da equalização de crédito no Plano Safra 2024/2025.
Os recursos destinados às Operações de Investimento Rural e Agroindustrial e Operações de Custeio Agropecuário foram suspensos, com exceção do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
A medida impacta diretamente os investimentos no setor agropecuário, elevando os custos para os produtores rurais, principalmente, para os pequenos e médios que dependem do Plano Safra e enfrentam dificuldades no acesso ao crédito privado.
Ressaltamos a importância de uma gestão fiscal eficiente que assegure os recursos do Plano Safra, garanta previsibilidade aos produtores e viabilize medidas urgentes para restabelecer o crédito rural, evitando prejuízos ao setor.
A CNA e a Faes reconhecem os desafios fiscais, mas cobram que o governo reveja a decisão e garanta os recursos prometidos. O crédito rural é essencial para a produção de alimentos, a competitividade do setor agropecuário e o crescimento econômico do país.
O produtor rural não pode ser penalizado pela falta de planejamento orçamentário.





