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Em meio à cautela no mercado local e às expectativas com a decisão do Banco Central norte-americano, o dólar iniciou novembro em alta e fechou no maior nível em mais de seis meses. A bolsa de valores recuperou-se de perdas recentes e teve alta de quase 2% na última segunda-feira (1º).
A moeda norte-americana está no nível mais alto desde 13 de abril, quando tinha fechado em R$ 5,71. O dólar acumula valorização de 9,27% em 2021 e encerrou a segunda-feira vendido a R$ 5,67, com alta de R$ 0,024 (+0,43%).
Em relação ao dólar, os investidores estão na expectativa com a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que parcela os precatórios e muda o cálculo do teto de gastos. Apesar das dificuldades de articulação no Congresso, o mercado teme que o governo recorra a alguma solução que crie brechas para estourar o teto, como a edição de um decreto de calamidade pública.
Além dos fatores internos, o dólar está em alta no mercado internacional por causa das expectativas em torno da reunião do Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano. Nesta semana, a autoridade monetária da maior economia do planeta deve começar a retirar os estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19. Mesmo que não aumente os juros básicos, o Fed pode começar a reduzir o volume de compras mensais de títulos que injetam dinheiro na economia dos norte-americana.




