Mais lidas 🔥

Conheça a banana Ambrosia, nova cultivar resistente a doenças, alagamentos e seca

Chuva de um lado, seca de outro
El Niño de 2026/2027 pode repetir a força e os impactos do fenômeno de 2015/2016?

Turismo capixaba
Rota dos Ipês vira destino oficial e movimenta turismo capixaba

Turismo e eventos
Confira a nova data da Festa do Morango de Pedra Azul, em Domingos Martins

Energia solar
Com avanço da energia solar, Fortlev leva soluções ao Nordeste

O agravamento das tensões entre Rússia e Ucrânia não desanimou os investidores nesta quarta-feira (23). O dólar caiu pela quarta vez seguida e atingiu a menor cotação em quase oito meses. O dólar comercial fechou a quarta vendido a R$ 5,003, com recuo de 0,94%. A cotação está no menor valor desde 2 de julho do ano passado, quando tinha sido vendida a R$ 5,053.
A instabilidade no leste europeu, que nos últimos dias fez tremer os mercados financeiros em todo o planeta, beneficiou os países emergentes e exportadores de commodities (bens primários com cotação internacional). Isso porque os fluxos globais se voltaram para países que vendem produtos agrícolas e minérios, beneficiados com altas recentes de preços. Desde o início de janeiro, as matérias-primas já subiram mais de 13%, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
No Brasil, outro fator contribuiu para a queda do dólar. Os juros altos estão estimulando a entrada de capitais financeiros no país, atraídos pela alta remuneração na comparação com os juros nas economias avançadas. A taxa Selic (juros básicos da economia) atualmente está em 10,75% ao ano, no maior nível desde julho de 2017. Neste ano, o real apresenta o melhor desempenho entre as principais moedas do planeta.




