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Pneus furados podem ser sinônimo de muita dor de cabeça durante uma viagem. Seja por estar em um lugar isolado e perigoso ou, mesmo, pelo tempo gasto na troca. Quando se trata de equipamentos pesados, como tratores e caminhões, o contratempo pode significar, ainda, atraso na colheita e nas entregas e, claro, dinheiro perdido.
Pensando na prevenção, a XTIRE, empresa brasileira no mercado há mais de duas décadas, desenvolveu um selante ecologicamente correto e que protege contra os furos indesejáveis nos pneus. A empresa, que oferece fórmulas dedicadas a bicicletas, motos, carros de passeio e veículos pesados, está na Agrishow fazendo muito sucesso com o público do agronegócio.
Na linha pesada, que inclui, além dos caminhões e tratores, veículos OTR (construção, mineração e terraplanagem), a economia é significativa. Primeiro porque o proprietário ou usuário do veículo não precisará parar a máquina para a manutenção em caso de pneu furado. Segundo, porque uma aplicação do selante, batizado de “vacina de pneu”, é válida por toda a vida útil do pneu.

“A fórmula é aplicada em qualquer tipo de pneu, com ou sem câmara. Ele fica em estado líquido e, se acontece a perfuração, o selante age e impede a perda de pressão do ar. Vale salientar que essa reparação é definitiva e o proprietário, muitas vezes, nem vai saber que o pneu furou. Para um pneu de caminhão, a fórmula veda furos de até 8 milímetros de diâmetro, algo como um vergalhão de construção. Se for um pneu de trator, chega a vedar até 25 milímetros. Fizemos até mesmo testes balísticos e ele vedou”, conta Caio Gasauskas, criador da fórmula e proprietário da XTIRE.
Veja uma demonstração:
Vacina de pneus e economia
Mas a economia vai além, basta fazer as contas. Atualmente, um pneu de caminhão custa cerca de R$ 3,5 mil – antes da pandemia, o valor girava em torno dos R$ 1,4 mil. O combustível também teve um aumento pra lá de expressivo. E o pulo do gato é a comparação de desempenho entre dois veículos pesados, em situação semelhante, um usando pneus com o selante e outro, sem a fórmula.
“Aquele que estiver com o selante vai manter a pressão de ar por seis vezes mais tempo do que aquele que não tem. Isso significa que o pneu estará sempre rodando na pressão ideal, o que gera aumento da vida útil em até 25% e redução no consumo de combustível de até 7%. Fazendo as contas apenas com a vida útil do pneu, é uma economia de R$ 875, sendo que a aplicação custa R$ 82 num pneu de aro 22.5 de caminhão. É um produto que se paga no primeiro mês, isso sem contar com a economia no combustível, custo de socorro, queda na produtividade, entre outros”, salienta.

O produto é à base de água, com antioxidante, 100% biodegradável, atóxico e não inflamável. Além disso, tem um cunho extremamente ecológico. A empresa abraça o conceito ESG, que significa Environmental, Social and corporate Governance, algo como melhores práticas ambientais, sociais e de governança em português. A primeira fórmula está no mercado há 22 anos e a da linha pesada, há oito anos. A empresa tem filiais nos Estados Unidos, Malásia e o produto é distribuído em oito países da América Latina.





