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Não é novidade que as mulheres vêm ocupando posições transformadoras e fundamentais para o desenvolvimento do mercado de cavalos no Espírito Santo.O empoderamento feminino trouxe mais inovação na gestão de haras, clínicas veterinárias e até em competições especializadas.
O bom exemplo disso é Brendha Góes. Com apenas 17 anos, a jovem seguiu o exemplo do pai e montou em 2018 o seu próprio haras no interior de Guarapari, tornando-se assim umas das pioneiras da região a entrar nesse mundo completamente masculino.“Não me senti intimidada, não. Cresci amando tanto os cavalos que revolvi virar criadora também. Hoje, o nosso haras possui um plantel com 87 cavalos da raça Mangalarga Marchador ”.
Brendha disse ainda que realiza todas as tarefas na lida com o seu criatório sem nenhum problema. “Faço a compra e venda dos animais, ajudo no preparo do silo e, quando é preciso, limpo as baias ”, afirmou.
Dona de 20 troféus e quatro medalhas de ouros em competições “Três Tambores ”, a amazona de VitóriaRafaella Martins (31) é outra mulher que merece destaque. Ela conta que o machismo, no seu caso, veio das mulheres. Mas isso só a fez ter mais vontade de vencer.
“Minhas amigas e primas me diziam que era um esporte inadequado para nós mulheres. Não desisti. Driblei esse obstáculo na minha, me dediquei ainda mais nas provas e hoje elas torcem muito por mim e vibram junto comigo a cada prêmio ”, disse.
Outra área em que as mulheres estão se destacando é a medicina veterináriaespecializa em equinos.“Quando comecei a trabalhar rodando todo o Espírito Santo, isso lá em meados de 2007, só tinha eu e mais outra médica veterinária atendendo os criadores de cavalos. Na verdade, essa área da minha profissão é vista como bem masculina, mas ao longo dos anos fomos mostrando nossa capacidade e as pessoas começaram a nos respeitar ”, finalizaa veterinária do Jockey Clube de Vila Velha, Fernanda Texeira (36).




