Mais lidas 🔥

Premiação internacional
Do cafezal ao Vale do Silício: capixaba conquista prêmio internacional com invenção

Lucas Souza Alves, jovem do Caparaó, especialista em cafés, morre aos 24 anos em grave acidente

Café de valor agregado
Nova modalidade de café chega ao Vale do Jequitinhonha com financiamento do BNB

Anuário do Agronegócio Capixaba 2025
Da lavoura ao mundo: o domínio capixaba da pimenta-do-reino

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 26 de agosto
Os preços externos e internos do café arábica registraram forte queda nesta primeira quinzena de outubro, influenciados pela expectativa de oferta elevada depois da abertura da principal florada em importantes regiões produtoras do Brasil. Outro fator que pressionou as cotações foram as chuvas nos últimos dias, que devem auxiliar no pegamento das flores. Assim, de 30 de setembro a 15 de outubro, o Indicador CEPEA/ESALQ do café arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, registrou queda de 23,55 Reais por saca de 60 kg (ou 5,3%), passando de R$ 438,49/sc para R$ 414,94/sc. Para o robusta, segundo colaboradores do Cepea, as chuvas registradas no final de setembro também favoreceram a abertura de mais uma florada no Espírito Santo e em Rondônia, além de auxiliar no pegamento das flores abertas anteriormente. No entanto, esse cenário pressionou as cotações externas e internas neste início de outubro. Ainda assim, a desvalorização da variedade foi menos expressiva que a do arábica, especialmente devido à oferta restrita no Vietnã &ndash, que amenizou a queda dos futuros &ndash, e ao maior interesse comprador no Brasil. De 30 de setembro a 15 de outubro, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 apresentou queda de 6,36 Reais por saca de 60 kg (ou 2,1%).


