Mais lidas 🔥

Premiação internacional
Do cafezal ao Vale do Silício: capixaba conquista prêmio internacional com invenção

Lucas Souza Alves, jovem do Caparaó, especialista em cafés, morre aos 24 anos em grave acidente

Café de valor agregado
Nova modalidade de café chega ao Vale do Jequitinhonha com financiamento do BNB

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 26 de agosto

Artigo
Ameaça à cafeicultura brasileira
Pesquisas desenvolvidas a partir de anticorpos produzidos em ovos de galinha podem conduzir a testes mais rápidos e eficientes para o diagnóstico da Covid-19. Ou &ndash, como afirmam Burce Rathgeber, professor associado do Centro de Pesquisa de Aves do Atlântico (Halifax, Canadá) e Jonathan Zuccolo, Presidente da AffinityImmuno (Charlottetown, Canadá) &ndash, “a proposta é utilizar o sistema imunológico do frango para produzir anticorpos contra o vírus da Covid-19 ”.
De acordo com o Presidente da AffinityImmuno (empresa que, em seu site, afirma já estar produzindo os primeiros anticorpos contra a Covid-19), as pesquisas ora em desenvolvimento procuram determinar se, injetadas nas aves, as proteínas dos Spikes do coronavírus produzirão anticorpos úteis no desenvolvimento de testes de diagnóstico da presença do vírus em seres humanos.
Zuccolo também observa que as galinhas são a ferramenta mais eficiente nas pesquisas envolvendo antígenos proteicos para humanos e outros mamíferos: “comparativamente a outros animais &ndash, por exemplo, coelhos &ndash, a galinha pode produzir quantidade muito maior de anticorpos. Além disso, os anticorpos são colhidos da gema do ovo, ou seja, não precisamos coletar sangue como faríamos ao utilizar mamíferos como coelhos ou cobaias ”.
Por fim, ele destaca que, normalmente, um ovo pode produzir cerca de meio miligrama de anticorpo, volume suficiente para a produção de mil testes do vírus. E a operação via ovos de galinha resulta em um anticorpo de altíssima pureza, utilizável em uma ampla gama de aplicações.




