Mais lidas 🔥

Cafeicultura capixaba
Produtores rompem tradição e mudam realidade do café arábica no noroeste do estado

Agricultura
Setor do cacau: Faes chama atenção para riscos fitossanitários e práticas desleais

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 26 de janeiro

Secador a gás
Produtor do norte capixaba aposta em secador a gás para melhorar a qualidade da pimenta-do-reino

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 30 de janeiro

Comentário de Silas Brasileiro – Presidente do Conselho Nacional do Café
O Conselho Nacional do Café (CNC) acompanha atentamente as movimentações do mercado, observando tanto a produção quanto a exportação. Isso é feito por meio de avaliações conduzidas pelo próprio conselho, seja através do levantamento dos estoques mensais fornecidos pelas cooperativas, seja por meio de informações das diversas representações das cooperativas e empresas que atuam no segmento, como Conab, IBGE, entre outros. As notícias publicadas nos clippings diários nos levam a uma consideração importante para avaliação.
O desempenho das exportações em comparação com os anos anteriores deixa a seguinte interrogação: temos estoques suficientes para o abastecimento do mercado externo e do consumo interno, o que é positivo. No entanto, surge a questão: o mercado consumidor está realmente mais ativo? Existe um aumento real no consumo de café no mundo ou, diante das condições climáticas adversas, o mercado está antecipando compras para garantir o atendimento aos seus consumidores? A transferência de estoques do produtor para os consumidores poderá impactar os preços praticados de maneira considerável? Essa é uma questão a ser avaliada.



