Mais lidas 🔥

Inovação no campo
Nova variedade de banana chama atenção de produtores no ES

Rio Grande do Sul
Azeite brasileiro atinge nota máxima e é eleito o melhor do mundo em concurso na Suíça

Chuva de um lado, seca de outro
El Niño de 2026/2027 pode repetir a força e os impactos do fenômeno de 2015/2016?

Desenvolvimento rural
Mais de 161 mil mudas impulsionam produção no Norte do ES

Produção artesanal
Valença, no Rio de Janeiro, conquista 13 medalhas no Mundial do Queijo

Após um início de fevereiro marcado por fortes altas, os preços do café arábica começaram a recuar, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O Indicador Cepea/Esalq do tipo 6, com bebida dura para melhor, negociado na capital paulista, começou a semana com média de R$ 2.545,30 por saca de 60 kg, representando uma queda de 5,7% em relação à segunda-feira (17).
Pesquisadores do Cepea atribuem a queda à pressão externa, influenciada pela realização de lucros e ajustes técnicos após as expressivas elevações na Bolsa de Nova York (ICE Futures) no início do mês. A desvalorização ocorre mesmo diante da oferta reduzida no Brasil, referente à safra 2024/25, e das ondas de calor que atingem importantes regiões cafeeiras, podendo prejudicar o desenvolvimento das lavouras da próxima temporada 2025/26.
Apesar do cenário atual, agentes do setor, principalmente no Espírito Santo, demonstram preocupação com as possíveis consequências das ondas de calor nas futuras safras. A incerteza climática adiciona um fator de volatilidade ao mercado, que já lida com as oscilações dos preços internacionais e a oferta restrita no país.




