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O combate à broca-do-café está entre os grandes desafios para evitar perdas de qualidade e produtividade do café das montanhas. Ao atacar à lavoura, o inseto, que é um pequeno besouro, perfura e reduz o peso do grão. As fêmeas fazem os furos e colocam ovos, o que provoca, também, a queda prematura dos frutos, além do risco de ataques de microorganismos. Especialistas em cafeicultura dizem que a perda de peso do grão causada pela broca-do-café é sempre significativa, podendo chegar a 20%. As consequências serão o aumento da depreciação na hora das classificações e desvalorização do produto na venda. Ou seja, é menos dinheiro na conta do produtor que trabalhou muito, fez vários investimentos na lavoura e sonhava com um retorno que superasse as expectativas.
A melhor saída para afastar os prejuízos começa com a prevenção. O técnico agrícola Geremias Carmo, que trabalha como supervisor da unidade da Coocafé, em Brejetuba, no Espírito Santo, defende a ideia de um controle efetivo da praga, de forma planejada. “É muito importante ter colheita e pós-colheita bem feitas, e, assim, fazer o monitoramento a partir de acompanhamento técnico e assistência direcionada”, destaca Carmo.
Ainda de acordo com o técnico agrícola, o monitoramento da lavoura deve ser feito frequentemente. “Ao verificar a
presença da praga, os produtores devem buscar orientação especializada para decidir sobre pulverizações e uso de produtos específicos para combater o inseto com eficiência”.
Na região cafeeira das Matas de Minas e Montanhas Capixabas, o período é de granação dos frutos em lavouras de café arábica. No lado mineiro, a previsão para a maioria dos municípios, como em Lajinha, é que esta etapa dure até março e as colheitas sejam intensificadas a partir de abril. Já em algumas áreas com altitude acima de 900 metros, como no município capixaba de Brejetuba, os grãos começam a ser colhidos mais perto do meio do ano.




