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A safra 2026/27 de café arábica no Brasil avança de forma lenta na maior parte das regiões produtoras. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os trabalhos de campo começaram de maneira mais efetiva apenas na Zona da Mata de Minas Gerais, enquanto outras áreas ainda aguardam o início mais consistente das atividades.
No Sul de Minas, principal polo produtor do país, a maioria dos produtores ainda não iniciou a colheita. No entanto, a expectativa é de que os trabalhos ganhem ritmo a partir da segunda quinzena de maio. Já no Cerrado mineiro, outra importante região cafeeira, o início efetivo da colheita está previsto para o fim de maio, comportamento considerado típico para a região, segundo pesquisadores do Cepea.
Em São Paulo, na região de Garça, parte dos produtores já começou a colheita, embora o volume ainda seja reduzido. Por outro lado, na Mogiana paulista, a previsão é de que os trabalhos tenham início entre meados e o final de maio. No Noroeste do Paraná, as atividades também começam de forma gradual, mas podem enfrentar atrasos devido às chuvas recentes, com perspectiva de normalização assim que as condições climáticas melhorarem.
Apesar do ritmo inicial mais lento, agentes consultados pelo Cepea destacam o bom desenvolvimento das lavouras, tanto de café arábica quanto de robusta. Segundo relatos, as condições das plantações são favoráveis, o que pode resultar em uma colheita volumosa. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta, inclusive, uma safra recorde para o Brasil nesta temporada, reforçando a expectativa positiva para o setor cafeeiro.





