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Neste ano, o Brasil deve bater o recorde de produção de café. A estimativa é que nesta safra sejam colhidas cerca de 59,9 milhões de sacas (de 60 quilos) segundo a Conab &ndash, Companhia Nacional de Abastecimento. A produtividade aumentou 33% em relação ao ciclo anterior, com a média de 32,17 scs/ha. Além da bienalidade positiva, as condições climáticas e a melhoria do pacote tecnológico nas lavouras impulsionaram o crescimento da produtividade do país.
Para alcançar bons resultados nos cafezais, o agricultor deve estar atento ao monitoramento e manejo integrado de pragas e doenças. O controle da ferrugem é considerado um dos principais desafios para o desenvolvimento da cultura. O fungo pode causar danos de até 50% na produção do café, caso o controle não seja feito corretamente.
Outro ponto de atenção é a incidência da mancha-de-phoma. A doença, dependendo do nível de infestação, pode reduzir a produtividade em até a 20%, causando a perda de peso do grão.
A BASF apresentará ferramentas importantes para o controle das principais doenças nos cafezais durante o 44º Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras, organizado pela Fundação Procafé. O evento, que ocorrerá na cidade de Franca (SP), de 23 a 26 de outubro, discutirá novidades tecnológicas para o setor, resultados de pesquisas e inovações da cafeicultura.
“A BASF busca auxiliar os cafeicultores com as melhores práticas de manejo para aumentar a rentabilidade e longevidade da sua produção. As ocorrências prematuras ocasionadas por doenças nas gemas podem ocasionar a perda completa da floração. Por isso, um bom controle, com um eficiente pacote tecnológico e uma boa resposta de tratamento são imprescindíveis para alcançar altos níveis de produtividade ”, alerta Stael Prata, gerente de Marketing de Café da BASF. (*Fonte: Notícias Agrícolas)





