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A recente isenção de tarifa de importação para café, implementada pelo Governo Federal, não trará impactos na redução dos preços para os consumidores brasileiros, segundo o secretário de Agricultura e Pesca do Espírito Santo, Enio Bergoli.
Em suas redes sociais, na tarde desta segunda-feira (17), ele salientou que a formação dos preços do grão é determinada pela dinâmica global de oferta e demanda. Atualmente, a oferta é inferior ao consumo devido à diminuição das safras em diversos países exportadores e o preço, portanto, tende a subir.
Mas as restrições vão além. Bergoli diz que questões fitossanitárias impedem tecnicamente a importação de café não torrado para o Brasil, visando a proteger a sanidade das lavouras cafeeiras nacionais.
“E, mesmo que houvesse condições de importar café cru, o custo do produto importado chegaria num valor mais alto do que os preços recebidos pelos cafeicultores brasileiros, devido aos custos de logística e de transporte.”
O secretário considera a medida inócua e demonstra desconhecimento do mercado internacional de café, gerando interpretações equivocadas e preocupação entre os produtores brasileiros. “Nosso país é o maior produtor e exportador, além de ser o segundo maior consumidor de cafés do mundo, e não pode conviver com medidas amadoras para enfrentar altas de preços para os consumidores”.





