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*Fotos: Divulgação Coocafé
Com a ampliação da área de atendimento nos últimos anos, a Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha (Coocafé), em Minas Gerais, notou muitos associados dedicados ao cultivo do conilon. Embora não seja a espécie cafeeira que norteou a atuação da cooperativa nas últimas quatro décadas, a Coocafé está se aprofundando no assunto na busca da mesma qualidade já consagrada no arábica.
Dentro do planejamento estratégico, estão previstos diversos treinamentos para aperfeiçoar o atendimento dos colaboradores que atuam em campo. O superintendente técnico-comercial da Coocafé, Waldir Francese Filho, destaca que capacitar a equipe é investir na propriedade do cooperado.
A Café Brasil, parceria da cooperativa em outras ações, também dá sua contribuição sobre o cultivo de conilon. No último treinamento, o convidado foi o professor e doutor em solos e nutrição de plantas, Henrique Paye.
“O professor é um especialista e ensinou com muita dedicação. Os cooperados estão sempre buscando tecnologia e conhecimento e a cooperativa está sempre inovando para oferecer isso aos produtores”, destacou o consultor técnico da unidade de Mutum (MG), Tairo Chaves.
Incentivo à diversificação
O incentivo à diversificação sempre foi uma preocupação da Coocafé. O objetivo é buscar soluções e parcerias que contribuam para o desenvolvimento dos associados e da sua área de atuação.
No caso das regiões das Matas de Minas e limítrofe com o Espírito Santo, em função do relevo e do clima, sempre foram favoráveis para a cultura do café arábica. Realidade que está mudando com a ampliação da área de atendimento da cooperativa e verificada após estudos de viabilidade econômica.
A altitude ideal e recomendada para o conilon é de até 500m. Outros detalhes são importantes como: temperatura média anual entre 22 e 26° e projeto de irrigação, visto que o conilon demanda muita água em períodos que pode haver falta de chuva, prejudicando a florada dessa variedade. (*Com informações da Comunicação Coocafé)






