Mais lidas 🔥

Inovação no campo
Nova variedade de banana chama atenção de produtores no ES

Rio Grande do Sul
Azeite brasileiro atinge nota máxima e é eleito o melhor do mundo em concurso na Suíça

Chuva de um lado, seca de outro
El Niño de 2026/2027 pode repetir a força e os impactos do fenômeno de 2015/2016?

Desenvolvimento rural
Mais de 161 mil mudas impulsionam produção no Norte do ES

Produção artesanal
Valença, no Rio de Janeiro, conquista 13 medalhas no Mundial do Queijo

O preço do café arábica continua em alta e alcançou um novo patamar histórico. O Indicador Cepea/Esalq para o tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, iniciou esta semana próximo dos R$ 2 mil por saca de 60 kg, acumulando uma forte alta de 30,44% no mês.
Na última segunda-feira, 25, o Indicador fechou em R$ 1.989,64 por saca de 60 kg, o maior valor real desde 1998, quando a série histórica teve início. Essa valorização é ainda mais expressiva quando ajustada pela inflação.
De acordo com pesquisadores do Cepea, o principal motivo para essa escalada de preços é a oferta limitada de café no mercado interno. A combinação de fatores como condições climáticas adversas e menor produção tem pressionado os preços para cima.
Apesar das sucessivas altas, as negociações envolvendo o arábica seguem lentas. Produtores, acreditando em novas valorizações, têm se mantido afastados do mercado. Outra parcela prefere aguardar o início do próximo ano para negociar, visando a otimizar questões fiscais.
A forte alta do café arábica tem impactos significativos em toda a cadeia produtiva, desde os produtores até os consumidores finais. A expectativa é que os preços elevados persistam no curto prazo, devido à escassez da oferta e à incerteza em relação à próxima safra.





