Mais lidas 🔥

Empreendedorismo no café
Empreendedor transforma Kombi em ponto de venda dos cafés de qualidade que ele mesmo produz

Dia do Agricultor
Do concreto ao cafezal: uma história de transformação no interior capixaba

Investigação
Operação prende suspeitos de fraude na comercialização de café no sul do ES

Política agrícola
Projeto cria preço mínimo para proteger produtores de cacau

Mercado do boi
Preço do boi gordo convergem entre estados produtores

O preço do café arábica continua em alta e alcançou um novo patamar histórico. O Indicador Cepea/Esalq para o tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, iniciou esta semana próximo dos R$ 2 mil por saca de 60 kg, acumulando uma forte alta de 30,44% no mês.
Na última segunda-feira, 25, o Indicador fechou em R$ 1.989,64 por saca de 60 kg, o maior valor real desde 1998, quando a série histórica teve início. Essa valorização é ainda mais expressiva quando ajustada pela inflação.
De acordo com pesquisadores do Cepea, o principal motivo para essa escalada de preços é a oferta limitada de café no mercado interno. A combinação de fatores como condições climáticas adversas e menor produção tem pressionado os preços para cima.
Apesar das sucessivas altas, as negociações envolvendo o arábica seguem lentas. Produtores, acreditando em novas valorizações, têm se mantido afastados do mercado. Outra parcela prefere aguardar o início do próximo ano para negociar, visando a otimizar questões fiscais.
A forte alta do café arábica tem impactos significativos em toda a cadeia produtiva, desde os produtores até os consumidores finais. A expectativa é que os preços elevados persistam no curto prazo, devido à escassez da oferta e à incerteza em relação à próxima safra.





