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Em uma semana de volatilidade moderada, os futuros do café registraram perdas em todos os pregões, acumulando cinco sessões negativas consecutivas até a última sexta-feira (26). O movimento teve orientação técnica e influência do clima seco no Brasil, que contribuiu para o andamento da colheita no maior produtor mundial.
Na Bolsa de Nova York, o vencimento setembro/19 do contrato “C” acumulou desvalorização semanal de 665 pontos, encerrando a sessão de quinta-feira (25) a US$ 1,0065 por libra-peso. Na ICE Europe, o vencimento setembro/19 do café robusta fechou ontem a US$ 1.358 por tonelada, com queda de US$ 61.
De acordo com a Somar Meteorologia, uma frente fria passa, amanhã, no decorrer do dia, pelo oceano na altura de São Paulo e volta a trazer nuvens e chuvas fracas para parte do litoral do Estado. Para as demais áreas do Sudeste, o tempo permanecerá firme com variação de nuvens.
O comportamento positivo do dólar frente ao real também exerceu certa pressão nos futuros do café. A moeda norte-americana subiu puxada por uma série de fatores relacionados às perspectivas de juros diante da fraca atividade nos EUA e na Europa, assim como pelo fluxo cambial negativo. Ontem, a divisa encerrou a R$ 3,7826, com ganho de 1% na semana.
No mercado físico, onde poucos negócios foram realizados, os preços também caíram, mas em nível inferior às perdas internacionais, com compensação da força do dólar. Os indicadores calculados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para as variedades arábica e conilon ficaram em R$ 408,98/saca e R$ 277,80/saca, com recuos, respectivamente, de 3,7% e 0,7% na semana.





