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A produção de inhame no Espírito Santo está em alta e chegou às 99,8 mil toneladas em 2021, ou seja, 4.375 toneladas a mais do tubérculo do que no ano anterior. Parte dessa alta é por conta da área colhida, que subiu de 3,4 mil para 3,6 mil hectares. O rendimento médio mantém-se constante e fechou o ano com 27.496 quilos por hectare. Plantado especialmente nos municípios de Alfredo Chaves, Laranja da Terra e Marechal Floriano, o inhame capixaba tem saída no mercado interno e também é exportado para Minas Gerais e Rio de Janeiro.
A tecnologia a favor do inhame nasceu nas lavouras. O São Bento surgiu em 1989, identificado por agricultores locais e registrado pelo Instituto Capixaba de Pesquisa e Extensão Rural (Incaper) em 2007. A variedade tem produtividade 30% superior às demais produzidas no Espírito Santo, além de apresentar plantas vigorosas e rizomas de excelente aspecto comercial.
“Há algumas variedades que, depois de lançado o São Bento, surgiram. São mais resistentes, mas ainda não vem de uma indicação técnica ou científica. É mais um trabalho feito pelos produtores que plantaram e observaram. Uma dessas variedades é a Macaquinho. Eles mesmos descobriram e estão trabalhando com ela”, conta o extensionista do Incaper de Alfredo Chaves, João Medeiros.
Se no ano passado a produção foi boa, a safra 2022/2023 também deve render boas raízes. “A produção está tranquila, em setembro começaram a plantar e o clima está bom, ajudando o produtor. Tivemos um período de seca, que ficou sem chover por um período grande, mas não vai faltar água para o inhame, já que os produtores investiram muito na irrigação”, conclui.





