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Animais pastejando em área com guandu BRS Mandarim e braquiária (Foto: Anaterra Rendeiro)
Com 30 dias da implantação, a pastagem degradada começa a mostrar sinais de recuperação pela disponibilidade de nitrogênio proporcionada pelo guandu. Por ser uma leguminosa, fixa o Nitrogênio em nódulos formados na raiz da planta. Dessa forma, em sistemas de consórcio com braquiária, o produtor recupera o pasto sem a necessidade de adubo nitrogenado. Para o pesquisador Rodolfo Godoy, é uma maneira eficiente e prática de recuperar a pastagem a um custo baixo.
No final do inverno, o guandu que não foi consumido pelo gado deve ser roçado. O material remanescente fica sobre a superfície da pastagem e passa a funcionar como adubação natural, melhorando a fertilidade do solo. As plantas roçadas rebrotam e inicia-se outro ciclo.
Ainda, o guandu BRS Mandarim tem outras vantagens. Sua forragem é de alto teor proteico, funcionando como fonte de proteína para os animais durante a época seca, que é quando o gado alimenta-se da planta. Em experimentos de consórcio da leguminosa com braquiária na Embrapa Pecuária Sudeste observou-se também: aumento do ganho de peso individual, aumento da lotação animal, aumento do ganho de peso por unidade de área e menos tempo para o abate de novilhas Nelores.
A persistência do guandu na área é por volta de três anos. Só após esse período é necessário novo plantio. Menos trabalho e economia para o pecuarista, já que não há necessidade de replantar essa leguminosa todos os anos.
Para outras informações consulte a Embrapa Pecuária Sudeste pelo site www.embrapa.br/pecuaria-sudeste ou pelo Serviço de Atendimento ao Cidadão sac@embrapa.br
Sobre a Dinapec– A realização da Dinâmica Agropecuária tem o apoio das seguintes instituições: Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (IAGRO), Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (SEDESC), Fundo para o Desenvolvimento das Culturas de Milho e Soja de MS (FUNDEMS), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Fundação MS, Fundação Chapadão, Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária e Ambiental (Fundapam), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/MS), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Rede ILPF, Geneplus, Tramasul, Coimma, Companhia Nacional de Nutrição Animal (Connan), Sistema Brasileiro do Agronegócio e DBO. O patrocínio é da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto), do Banco do Brasil e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com realização da Embrapa e Sistema Famasul.
A Dinapec é uma vitrine de tecnologias, que acontece anualmente na Embrapa em Campo Grande (MS), aberta a técnicos, produtores e acadêmicos, dispostos a conhecer as soluções tecnológicas desenvolvidas pela pesquisa agropecuária para os diversos sistemas de produção. O encontro visa compartilhar conhecimento e soluções para o agro nacional.
fonte: EMBRAPA





