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Os preços do feijão preto registram forte valorização no Paraná neste início de ano, alcançando, em algumas regiões, os maiores patamares desde outubro de 2025. Levantamentos do Cepea indicam que o avanço ocorre em meio ao aumento da presença de corretores e representantes da indústria no mercado, o que tem intensificado a disputa pelo produto disponível.
Segundo os pesquisadores, esse movimento pode estar diretamente relacionado à expectativa de uma redução significativa da área semeada com feijão no estado paranaense. A perspectiva de menor oferta futura, diante da demanda mais ativa, tem sustentado os preços e limitado a disposição dos vendedores em negociar a valores mais baixos.
Enquanto isso, o mercado de feijão carioca apresenta comportamento distinto entre as praças monitoradas. De acordo com o Cepea, as oscilações refletem realidades regionais diversas, com variações na oferta e na intensidade da procura, o que resulta em movimentos de preços desiguais ao longo do país.
No cenário externo, o desempenho das exportações brasileiras reforça o momento positivo do setor. Dados da Secex mostram que o Brasil embarcou 32,01 mil toneladas de feijão em dezembro, encerrando 2025 com um volume total de 533,19 mil toneladas exportadas. O resultado representa um recorde histórico para o produto.
Mato Grosso liderou os embarques, respondendo por 41,3% do total exportado no ano. A Índia se consolidou como o principal destino do feijão brasileiro, concentrando 59,7% das compras externas. O desempenho evidencia a relevância do mercado internacional para o escoamento da produção nacional, ao mesmo tempo em que o mercado interno segue atento às mudanças na oferta e na demanda.





